Relações Humanas na Família na Década de 1970.

Relações Humanas  na Década de 197 INTRODUÇÃO Quer seja para os naturalistas, ou para os anti-naturalistas, o fim do homem como indivíduo é viver em sociedade aqui neste mundo. Na sociedade familiar, na sociedade religiosa, na sociedade política; em qualquer ramo da sociedade, o homem nunca é encontrado sozinho. Ele sempre precisa se comunicar com […]

Depressão no Xamanismo e no Cristianismo

O conceito moderno de doença mental é recente, tem cerca de duzentos anos. O homem considerava a doença mental como manifestações do sagrado em sua forma mais negativa: a enfermidade é o resultado da maldição divina. Diante de um fenômeno natural, mental, ou mesmo de um comportamento humano inexplicável, a cosmovisão religiosa era sua única fonte de explicação. Os povos e nações do mundo antigo [Assíria, Babilônia, Caldeia, Egito, Grécia, Judeia, Roma etc.] consideravam a depressão uma manifestação divina ou demoníaca. Essa relação entre a experiência do sagrado e a depressão permaneceu praticamente inalterada ao longo da história e chegou até nossos dias. Na perspectiva espiritual, conforme observado, busca-se estabelecer uma relação de causalidade entre a doença depressiva e problemas espirituais, tais como demônios, pecado, a ira de Deus, a falta de fé etc. A Bíblia Sagrada, de modo geral, mantém essa perspectiva, tanto no Velho Testamento, especialmente nos Salmos de Davi (SALMOS 31: 8-12; 51; 32 etc.), quanto no Novo Testamento (ROMANOS 7).

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