Angustia, Fé e Sentido da Vida

Gostaria de compartilhar com vocês a visão fenomenológica-existencial para entender a relação entre angústia, a fé e a busca de sentido para a vida. São fenômenos humanos que se interagem e que cada vez mais são discutidos, percebidos e sentidos na pós-modernidade.

Depressão na Psiquiatria

A partir de meados do século XIX, os estudos sobre a melancolia voltaram-se para seus aspectos biológicos e hereditários. A classificação de Kraepelin que descrevia a melancolia em sua forma franca, sintomática, degenerativa, constitucional endógena, converteu-se no modelo clássico da Psicose Maníaco Depressiva. A partir de 1911, com K. Abrahan e, posteriormente, com Jung (1913) e Freud (1915), a melancolia passou a ser objeto de estudos psicológicos. Contudo, só no início do século passado, técnicas mais sofisticadas de estudo do cérebro e dos seus mecanismos abriram caminho a novas disciplinas, como a neuropsicologia e a neurobiologia, começou-se, portanto, a suspeitar que a depressão fosse acompanhada de determinadas alterações biológicas e, portanto, passível de ser combatida eficazmente com fármacos.

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